38ª Meia Maratona de São João das Lampas

A minha preparação nas ultimas semanas tem sido sempre com o objectivo do Trail da Serra D’Arga em mente, mas esta Meia Maratona tinha-me ficado “atravessada” o ano passado, e por isso este ano a 2 semanas de Arga era uma excelente oportunidade para fazer um ultimo treino longo, testar a minha forma e tentar “vingar-me” do ano anterior.

Posso já dizer que foi quase tudo concluído com sucesso, muito sucesso 🙂

Em relação à prova, nada de negativo a apontar, organização impecável, percurso, marcação, trânsito (ausência dele), abastecimentos e a simpatia de toda a gente que está posicionada ao longo do percurso. Este ano também em vez de estacionar numa berma, decidi ir procurar o parque dos atletas (excelente a sinalização) e deixar lá o carro. Tomara todas as provas proporcionarem tudo isto aos atletas.

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Em relação à parte da corrida e à minha performance, não me posso queixar. Comecei a correr com o Vitor e a Isa e segui com eles até cerca do Km 5 onde numa descida acabei por ficar para trás (foi norma durante o resto da prova, perder tempo nas descidas).

 

No ano passado tinha ido bem até ao Km 18 até que quebrei bastante, por isso esta ano estava um bocado apreensivo na parte inicial da prova com receio que pudesse acontecer o mesmo apesar de estar com mais e melhores treinos em cima.

Os quilómetros iam passando e com eles as famosas subidas, aqui notei realmente que os treinos de rampas e escadas dão resultado, já que se nas descidas perdia algum tempo e era ultrapassado nas subidas acabava por recuperar e dava por mim a passar vários atletas.

Ia com ideia de estar a fazer uma boa média e tinha pensado que acabar com cerca de 2h e 15 minutos seria bom, mas à medida que os quilómetros passavam continuava bem e a fazer alguns quilómetros com bons tempos.

Garmin Connect

Para mim a parte pior desta meia é depois de passar pela zona da meta e começar a 2ª parte, as subidas que apanhamos aqui não são tão longas mas são bem mais inclinadas e claro que com 13 Km nas pernas acaba por custar um bocado mais. Foi nesta fase que comecei a fazer contas…

Ia no Km 16 e comecei a pensar que o meu Record Pessoal na Meia Maratona estava nas 2h e 10 minutos na antiga Meia Maratona de Lisboa realizada em Dezembro. Ou seja o meu record era de 2011 o ano em que comecei a correr.

10616197_10202913892552277_8438063036386368388_nContas e mais contas (até dava jeito para me distrair das subidas) e chego à conclusão que talvez fosse possível bater o meu record. Algo que no inicio da prova achava impensável ainda por cima logo em São João das Lampas.

 

Com todas as contas acabo por chegar à ultima subida da prova onde tinha quebrado o ano passado, passo pelo local onde tinha começado a andar, mas desta vez vou bem e no fim da subida com 2 Km para o fim, volto a fazer contas e começo a acelerar.

Acabei por fazer nestes dois últimos quilómetros os meus quilómetros mais rápidos de toda a prova, já ia cansado, mas as 2 horas e 10 minutos estavam ao meu alcance e não as ia deixar fugir.

PM140913_2180Entro finalmente na bonita passadeira para a meta e acabo com cerca de 2 horas e 8 minutos (tempo relógio).

Tinha acabado a Meia Maratona de São João das Lampas e tirado 2 minutos ao meu anterior record.

Fiquei extremamente satisfeito, se bater um record pessoal é bom, faze-lo numa Meia Maratona desta dificuldade sabe ainda melhor.

Treinar realmente dá resultado 🙂

 

Acabei a prova bastante satisfeito, alem do record, tinha sido um óptimo teste para a Serra D’Arga.

Mas… (há sempre um mas), continuo com um pós prova complicado. Terminei a prova fui para o carro e a caminho de casa comecei a sentir-me um pouco nauseado e sem conseguir comer nada, situação que se manteve durante mais umas horas até me forçar a vomitar.

Esta situação não é nova, ainda não consegui perceber o porquê de acontecer, nos treinos longos (máximo 19km) que tenho feito nunca tive problemas, e não acho que seja pelos 2 Km a mais que tenha ficado assim.

A minha tentativa de arranjar explicações para isto resume-se a:

  • Grande esforço nos 2 últimos Km’s com paragem logo quando cheguei à meta
  • Nos treinos costumo levar cubos de marmelada e cajus e tem resultado bem. Desta vez levei um cubo e um gel que ingeri aos 15Km. Suspeito que o corpo não esteja habituado ao gel e que não tenha reagido bem.

Apesar de me ter sentido bem toda a prova esta situação acaba por me chatear um bocado até porque dia 12 de Abril não são 21 Km mas sim 42Km. Tenho de resolver este problema durante os 6 meses de preparação para a Maratona. Ou habituar o corpo a ingestão do gel ou então perceber mesmo se sou intolerante e arranjar outra solução para alimentação durante a prova.

Na Serra D’Arga vou voltar ao esquema que usei nos treinos: cubos + caju e ver o resultado final.

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Da Estrada Para a Pista 2014

O passado Domingo foi dia de 2 estreias: Primeira prova de 5Km e primeira prova em pista.

Já tinha corrido em pista mas apenas em treinos, nunca lá tinha feito uma prova por isso foi puxado pela curiosidade e pela curta distância que acabei por me inscrever no “Da Estrada Para a Pista”.

Confesso que estava um pouco nervoso por ir correr numa pista e numa prova tão curta, a ideia que tinha é que iam ser só grandes profissionais ou, (amadores com tempos de profissional) e que por isso ia ficar em ultimo.

Quase no final da série feminina foi feita a chamada e lá me dirigi para o local de partida onde juntamente com os meus colegas ouvimos as instruções e nos posicionámos para começar:

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Se nos eventos de estrada já consigo controlar a tendência de ir logo a acelerar desde o inicio aqui foi complicado. Assim que foi dada a partida toda a gente dispara para um ritmo bastante elevado e eu acabei por me deixar ir (claro que mesmo assim mais lento que os primeiros).

Apesar deste meu ritmo mais alto dou por mim a fazer a primeira volta em ultimo lugar. Bem nada de grave se fosse ultimo seria, de qualquer forma estava a contar acabar antes do limite de 30 minutos. Acabou por não acontecer já que logo na 2ª volta passei alguns atletas.

O facto de ir com atletas mais rápidos e da prova ser numa pista acaba por fazer com que a dada altura eles passem por mim, alias para ser mais preciso foram 4 vezes.

Não sei qual é a “regra” nesta situação, é suposto “abrir para a pista do lado” e deixar passar, devo seguir certinho e eles passam ao meu lado?

Eu tentei sempre que possivel passar para a pista da direita para que eles seguissem sempre na mesma linha mas senti que estava quase sempre preocupado em olhar para trás para ver quando é que ia ser passado do que concentrar-me na minha prova.

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Em relação aos meus tempos, nunca tendo feito uma prova só de 5 Km não sabia bem como gerir o esforço, tinha noção de que ia a um ritmo mais rápido do que faço aos 10 Km, a duvida era se aguentaria até ao fim.

Volta após volta fui mantendo mais ou menos o mesmo ritmo e apesar do cansaço, comecei a acreditar que não iria quebrar.

Na ultima volta acabei por conseguir ainda acelerar e cortar a meta com um tempo que nunca pensei ser possível. (Tinha como objectivo fazer uns 27 minutos).

Acabei a prova extremamente satisfeito com o meu desempenho e com a sensação que podia ter esticado um bocadinho mais nas ultimas voltas, fica para o ano.

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Da Estada para a Pista

  • Distância: 5 Km
  • Tempo: 00:25:46
  • Ritmo Médio: 05:03 min/km

 

2ª Corrida do Jumbo (Autódromo do Estoril)

Já tinha ficado de olho nesta prova o ano passado, mas como calhou no dia a seguir à Meia Maratona de São João das Lampas acabei por não ir, ficando a estreia para este ano.

Com as temperaturas a aumentar previa uma prova bem complicada para Domingo, já que no autodromo as sombras são praticamente inexistentes. Uns dias antes a organização acabou por anunciar que ia haver chuveiros no percurso para as pessoas se refrescarem. Infelizmente foi apenas em 2 pontos, soube bem, mas soube a pouco.

Depois de chegar ao autodromo e estacionar o carro tive de passar por baixo da pista para chegar à zona das boxes e ter uma visão do autodromo que normalmente não se tem. Enquanto caminhava para a pista encontrei o João Lima a Isa e o Vitor e acabei por fazer o resto do aquecimento com eles.

À hora marcada foi dada a partida e toca a acelerar pelo autodromo. Ainda na recta da meta junta-se a nós a Sandra com quem acabei por fazer toda a prova.

Nunca fui muito de ver desportos motorizados, mas joguei várias vezes em jogos de PC na pista do Estoril por isso tinha uma ideia de como era o percurso e de onde estavam as subidas, o que eu não contava é que estas se revelassem tão duras.

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Começamos logo a descer e antes de fazermos a recta interior temos a 1ª subida que nesta altura ainda se fez bem. Depois da recta, nova descida e toca a subir novamente, desta vez aos S’s o que acaba por proporcionar uma bela imagem dos atletas todos espalhados pela pista.

O interessante desta prova é que apesar de serem 2 voltas ao autodromo nao repetimos o sentido. Quando chegamos a primeira vez à meta, viramos para dentro das boxes onde damos umas voltas e voltamos a aparecer na outra ponta da recta da meta para fazer novamente a pista mas agora em sentido contrário.

Confesso que esta segunda volta já me custou bastante a vontade de para de correr e andar já era grande, e provavelmente se fosse sozinho teria-o feito. O cansaço e o calor já começavam a fazer mossa e por isso a 2ª volta acabou por ser mais lenta, mas acabámos por conseguir chegar à meta com um tempo de 1h e mais uns segundos.

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No final um senhor da organização dizia que para o ano a prova seria ao fim da tarde, o que me parece ser uma excelente noticia caso calhe num dia quente como o que esteve este ano.

Para a semana começam as 14 semanas de preparação para a Serra D’Arga. Estou a tentar estruturar um plano de treinos para chegar lá em condições de fazer os 20Km.

Em relação a provas e antes da Serra D’Arga vou participar na “Da Estrada para a Pista” são só 5 Km mas vai ser a oportunidade de fazer uma corrida em pista e ter assim uma nova experiência.

Boas Corridas

39ª São Silvestre da Amadora

 Para terminar o ano e o mês de Dezembro em beleza nada melhor do que ir até à Amadora e fazer a estreia na famosa São Silvestre.

Juntamente com o amigo João Pires fomos a pé até ao local da partida aproveitando para fazer mais uns 2km lentinhos em jeito de aquecimento. Chegados lá ainda fiquei um bocado à conversa com os elementos dos 4 ao Km antes de irmos para o local onda seria dada a partida.

Já tinha ouvido falar do público da Amadora e conhecia a prova de Peniche que nesse aspecto é muito parecida a esta, mas gostei imenso de fazer esta São Silvestre. São muito poucas as zonas do percurso em que não há ninguem.

O publico e a relativa dificuldade do percurso é o que mais retenho desta prova. Tem 2 subidas mais complicadas mas que tornam a prova mais interessante e o publico puxa sempre por nós do inicio ao fim.

Eu e o João fizemos a prova sempre a um bom ritmo, mais lentos nas subidas claro, mas conseguimos manter um ritmo aceitável que serviu para o João bater o seu record nos 10 Km 🙂

É uma prova que sempre que possível quero fazer.

 

Detalhes da Prova:

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Tracking – 39ª São Silvestre da Amadora

Classificação Oficial Masculina – 878 / 957

Tempo Oficial – 00:59:47

Tempo Chip / Relógio – 00:59:00

 

Tempo Ano Anterior – n/a

 Classificações:

Fotografias:

6ª São Silvestre de Lisboa

Como já vem sendo hábito desde que comecei a correr, participei na Corrida de São Silvestre de Lisboa. A rotina para esta prova foi a mesma de sempre, ou seja equipar, encontrar-me com o João e o Nelson e cerca de 45 minutos antes sairmos do Campo Pequeno a correr até Marquês e descer a Av da Liberdade a caminhar.

Com isto cerca de 15 minutos antes estávamos à espera da partida. Com 8000 pessoas inscritas estava com algum receio do inicio da prova, se nos outros anos tem sido complicado correr no inicio, tinha ideia que este ano seria pior, mesmo havendo os supostos blocos de partida.

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Mesmo antes de começar toma lá com chuva para arrefecer um bocadinho e tornar a calçada mais escorregadia. Quando finalmente foi dada a partida foi como previa, uma grande confusão. Fui com imenso cuidado no inicio já que sentia os ténis a patinar imenso quando apanhavamos calçada, felizmente não cai.

A chuva acompanhou-nos mais ou menos até ao Cais do Sodré e foi também nesta zona que finalmente deu para começar a acelerar.

Depois dos 2 primeiros Km’s mais lentos comecei a aumentar o ritmo tendo estabilizado nos 5:30 nos quilómetros seguintes. Ia a sentir-me bem e mantive sempre um bom ritmo até chegar ao Terreiro do Paço e começar a subir para os Restauradores.

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O percurso destas provas em Lisboa é quase sempre o mesmo, a grande diferença na São Silvestre é a quantidade de pessoas que estão na zona do Rossio e Restauradores a assistir, mas quando digo assistir é só mesmo assistir, aplaudir e incentivar é coisa que dá muito trabalho.

Estava curioso para ver como me ia safar a subir para o Marquês e acabei por ficar bastante satisfeito, claro que o ritmo caiu um bocadinho mas fui sempre bem e a passar imensa gente o que motiva ainda mais.

Ao voltar para baixo foi altura de alargar a passada e ir por ali abaixo feito loco para acabar num sprint que me surpreendeu ser capaz de o fazer. Acabei por cortar a meta com uns simpáticos 00:56:22.

Esta é uma prova simpática, mas que julgo estar a atingir o limite de participantes. Como já li em vários sitios é capaz de ser interessante começar logo com a subida ao Marquês assim evita-se o “afunilamento” da Rua do Ouro e com a subida estica-se logo o pelotão

Detalhes da Prova:

6ª São Silvestre de Lisboa   Running Workout   Endomondo

Tracking – 6ª São Silvestre de Lisboa

Classificação Oficial – 4078 / 6535

Tempo Oficial – 00:58:54

Tempo Chip / Relógio – 00:56:23

 Tempo Ano Anterior – 0:56:32

 

Classificações:

Fotografias:

3ª Corrida do Sporting

Esta é daquelas provas obrigatórias, não que tenha um percurso extremamente bonito ou um público a apoiar incondicionalmente, mas tem outra coisa que nenhuma outra prova tem. É a corrida do Grande Sporting Clube de Portugal. 

Estive presente nas anteriores edições e com o adiamento da prova este ano consegui também participar na 3ª.

Não é uma prova perfeita, os problemas de outros anos continuam a existir, falo por exemplo do afunilamento que se verifica logo a seguir à partida, e neste ano a confusão enorme no final para se passar pela zona de entrega de … uma maçã.

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Mas vamos voltar ao inicio. Uma das vantagens de viver em Lisboa é poder acordar mais tarde e ir a pé para o local da partida da maior parte das provas que se faz nesta zona. Foi o que fiz hoje, indo calmamente pelo jardim do campo grande até chegar a Alvalade onde já estavam também a chegar os atletas da prova de 4 Km, entre eles o Grande Carlos Lopes.

Com o habitual aquecimento feito fui para a partida e quando começámos a correr deixei-me ir sem me preocupar muito com ritmos. Não tinha grande expectativa de tempos para a prova, queria só fazer menos de 1h.

O percurso é bem conhecido tanto desta como de outras provas por isso as dificuldades estavam bem identificadas. Depois de um inicio mais rápido chegam os túneis do campo grande, mas estranhamente, tal como na corrida da semana passada fiz as subidas sem grande dificuldade.

Mesmo depois do retorno na Av Fontes Pereira de Melo continuei a bom ritmo e mais frente acabei por encontrar o João Lima. Segui à conversa com ele até chegarmos novamente ao local da partida onde a prova terminada este ano. O jogo do Sporting nessa noite impediu a corrida de terminar no interior do José Alvalade.

Ah é verdade, acabei com 56 minutos, tempo bastante abaixo do que tinha pensado o que acabou por ser uma surpresa grande 🙂

Detalhes da Prova:

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Tracking – 3ª Corrida do Sporting

Classificação Oficial – 2521 / 4241

Tempo Oficial – 01:03:25

Tempo Chip / Relógio – 00:56:02

 

Tempo Ano Anterior  – 0:59:10

 Classificações:

Fotografias:

4ª Corre Jamor

 Soube bem voltar as provas (menos o acordar cedo a um Domingo, mas isso é problema crónico). O ir de carro para o local da prova a ouvir musicas mais “aceleradas” para entrar no ritmo.

Chegar ao estacionamento enquanto me desvio das já imensas pessoas a acabar de equipa e aquecer.

Estacionar o carro calçar luvas, meter o gorro na cabeça e sair para o aquecimento.

Ignorar as dores no pé esquerdo dizendo para mim mesmo, “isto é só do frio, já vai passar”. Andar para trás e para a frente calmamente a aquecer e por fim dirigir-me para a partida.

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Ficar parado à espera do inico da prova enquanto se sente o cheiro a cânfora e se ouve as habituais conversas:

“Hoje venho só treinar, é para uns 40m”

“Vamos devagarinho ali nos 5min/km”

“Não treinei nada a semana toda”

E inevitavelmente levar uns encontrões de quem chega à partida atrasado e depois tenta furar até chegar à fila da frente, o normal em muitas provas.

Entretanto ouve-se o tiro de partida e começamos todos a correr estrada abaixo. Já tinha saudades destes momentos, o ir pela estrada fora no meio de tanta gente a ouvir o som dos muitos ténis a bater no chão… é um som que gosto bastante de ouvir, mesmo quando vou correr sozinho.

Fui para esta prova sem expectativas nenhumas a nivel de tempos, ia apenas correr e desfrutar do Jamor por isso fui correndo ao ritmo em que me sentia melhor.

Nos primeiros quiloómetros mais rápido devido à descida mas depois acabei por estabilizar nos 6:30 min/Km.

O percurso começa por dar uma agradável volta junto ao “lago” seguindo depois junto aos campos de ténis, nesta altura fui sendo passado por muita gente mas sempre sem grandes preocupações, ainda havia muita prova.

Depois de uma fase inicial plana começam as dificuldades. Primeiro a subir até ao Estádio Nacional e depois de forma mais suave pela mata.

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Nesta fase acabei por me surpreender pois consegui manter um bom ritmo ao longo de toda a subida e passar assim muita gente. Alias isto foi regra durante o resto da prova, nas subidas passava algumas pessoas e quando o terreno endireitava ou descia era passado.

Tal como o ano passado demos uma série de voltas no estacionamento e quando íamos para o lado direito do estádio tive quase a voar. O pé esquerdo decidiu ficar a confraternizar com uma raiz e por momentos vi o chão a ficar cada vez mais próximo. Felizmente reagi a tempo, fui com a mão direita ao chão e lá me equilibrei novamente sem mazelas. Ainda não foi desta que cai 🙂

A parte direita do estádio foi uma passagem interessante, já que no regresso fomos por cima das bancadas passando por dentro da tribuna.

No final uma descida mais inclinada deu para me atirar por ela abaixo confiando na aderência dos ténis, correu bem 🙂

Para terminar a volta na pista do Jamor (com algumas zonas um bocado degragadas) serviu para acabar em beleza este regresso às provas.

Com 2 participações nesta prova, posso dizer que gosto bastante, é uma prova na zona de Lisboa, diferente de todas as outras, com um percurso bastante agradável e sem ser plano (o que gosto). A organização é bastante competente por isso só posso mesmo dizer bem e aconselhar.

Detalhes da Prova:

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Tracking – 4º Corre Jamor

Classificação Oficial – 1052 / 1428

Tempo Oficial – 01:03:25

Tempo Chip / Relógio – 01:02:45

 

Tempo Ano Anterior (9Km) – 0:55:45

 Classificações:

Fotografias: